A imagem que se dá de nós e o comportamento adoptado são sinais recíprocos do respeito que se deseja estabelecer.
O traje
O ser humano, “animal que nasce nu”, como disse o escritor inglês Carlyle, precisa de roupa para se proteger do clima. Mas, desde o seu aparecimento o vestuário sempre serviu para ornamentar e para distinguir quem o envergava dos demais.
O traje deve ser adequado ao local em que se trabalha e ao tipo de trabalho executado, bem como ao “tipo de empresa”. Assim, os cuidados higiénicos, o corte de cabelo, o tratamento das unhas e da roupa, tendo em atenção ao estado dos colarinho, orlas desfiadas, botões em falta ou partidos, meias com malhas descaídas, sapatos cambados ou sujos, são a garantia de uma boa imagem.
O comportamento
Todo o ser humano tem hábitos ou pequenas manias, algumas das quais não devem ser vistas em público, como por exemplo o bocejo ostensivo – sobretudo sem se por a mão diante da boca, espreguiçar, espirrar com força. Claro que uma constipação não é uma falta de educação, mas pode ser disfarçada com discrição. Somente os lenços de tecido deveriam ser utilizados, sem serem desdobrados na sua totalidade e voltar a guardar depois de utilizados, ou lenços de papel que serão usados de igual modo discreto. Assoar é um gesto natural, não sendo necessário baixar ou voltar a cabeça. A discrição deve ser usada especialmente não se fazendo o som de trombeta.
Jamais se coça em público, especialmente as partes do corpo mais privadas, sendo um dos gestos mais deselegantes.
As mãos não devem estar permanentemente nos bolsos, especialmente quando se fala com alguém.
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